terça-feira, 27 de março de 2012

A vida quotidiana no Campo

 A vida quotidiana no Campo:

     As pessoas que viviam no campo, eram na maioria, gente do povo. Normalmente, estas pessoas trabalhavam em terras que não eram suas:
  - Uns trabalhavam nas propriedades de burgueses;
  - Outros trabalhavam nas quintas dos nobres que as conseguiram manter.


 O dia a dia dos camponeses:


     No século XIX, a vida dos camponeses era muito difícil. Os que trabalhavam a terra viviam muito pobremente.
     A pecuária e a agricultura continuaram a ser as principais atividades dos camponeses. Trabalhavam de sol a sol sem parar nas várias tarefas que tinham de cumprir - a sementeira, a rega, a ceifa, a poda, a recolha de matos e lenhas...

                 Habitação: O camponês e a sua família viviam numa casa muito pequena e escura, onde a cozinha com lareira era a sua principal divisão. O clima e os materiais de construção tornavam o tipo de casa diferente de Norte a Sul do país.

                 Alimentação: A sua alimentação era pouco variada. Normalmente comiam pão de milho ou de centeio, a sopa e o voinho. Também comiam batatas, azeitona, uma sardinha salgada ou um pouco de gordura de porco.

                 Vestuário: O vestuário da gente do povo variava conforme o clima e adaptado à sua profissão.

                 Divertimento: Os divertimentos do povo estavam muito ligadas a certos trabalhos e a festas da igreja. O povo gostava muito de ir à feira, as desfolhadas, assistir a corridas de touros, participar nas procissões e nas romarias.


           A fuga do campo:


 O aumento da população no séc. XIX fez com que existissem muitos trabalhadores mal pagos. Vivendo uma vida de miséria e sempre na dependência dos donos das terras, fugiram do campo e movimentaram-se para as cidades. A isto chama-se "êxodo rural" (fuga do campo).
       Uns fixaram-se nas cidadades, como Lisboa e Porto, à busca de um novo emprego e melhores condições de vida. Outros emigraram para o Brasil, na maioria do Norte e das ilhas. Alguns emigrantes regressaram com verdadeiram fortunas que foram utilizadas para seu própio proveito e da população.

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